Hormônio Bioidêntico

 
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Hormônio Bioidêntico

Abordar o assunto Hormônios Bioidênticos, a Terapia de Modulação Hormonal com Hormônios Bioidênticos (TMHB) e outros temas correlatos de forma séria, sistemática, ética e profissional com a finalidade de apoiar, esclarecer e informar os profissionais de saúde e a população em geral interessados ou envolvidos neste assunto de alguma forma.

Pretendemos assim, disseminar informações técnico-científicas de qualidade e totalmente baseadas em evidências e devidamente fundamentadas e referenciadas cientificamente.

Além disso, estamos aqui estabelecendo uma rede de comunicação, informações e serviços relacionados a TMHB com intuito de unir quem procura um serviço ou informação específica e quem o oferece de maneira séria, ética e eficaz.

Devemos alertar também que, embora as informações publicadas neste site sejam consultadas em fontes consideradas confiáveis e à disposição até o presente momento, não substituem nenhum tratamento ou orientação de seu médico. Todas as decisões relacionadas à saúde só devem ser tomadas com conhecimento e consentimento do médico.

O CONTEXTO EM TORNO DOS HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS

De acordo com pesquisas recentes, a população mundial continuará crescendo nas próximas décadas e 95 % desse crescimento deverá ocorrer nos países em desenvolvimento.

Com o aumento da expectativa de vida, cresce também o número de pessoas mais idosas, sendo que atualmente para cada grupo de 45 homens que atingem os 85 anos há outro de 100 mulheres que chegam à mesma idade. Isso significa que o número de mulheres com mais de 45 anos deverá exceder os 700 milhões. E no Brasil não será diferente.

A medicina depara-se, portanto, com um desafio: dominar e controlar as consequências decorrentes da idade mais avançada, o que no caso específico da mulher é representado pelo período pré e pós-menopausa.

Uma pesquisa, realizada no Canadá, indicou que as mulheres vêem a fase do climatério e menopausa como uma etapa da vida feliz e cheia de realizações já que, em geral, não têm mais a sobrecarga de cuidar do lar e de filhos pequenos e podem dedicar-se às carreiras profissionais e a si mesmas, como é habitual nos dias de hoje.

 

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A menopausa é o fim da fase reprodutiva da mulher. Mas definitivamente, não é o fim da fase produtiva!

Sendo assim, o desafio é ajudá-la a passar por esse período com saúde e bem-estar, livre dos efeitos incômodos do desequilíbrio hormonal, e ainda mantê-la saudável por muitos anos após a menopausa.

A menopausa ocorre em um período estratégico da vida da mulher, quando a saúde preventiva tem um impacto maior.

Nesse caso, uma ferramenta potencialmente benéfica à disposição é a TERAPIA DE MODULAÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA (TMHB).

Continuando nosso contexto, ainda em função do aumento da população mundial principalmente entre a população mais idosa, dentre os temas médicos em evidência no século 21 estão aqueles relativos ao envelhecimento.

Recentemente, um significativo interesse se desenvolveu sobre a importância da condição conhecida como climatério masculino ou andropausa. Na verdade, o termo andropausa é biologicamente inapropriado, uma vez que, diferentemente das mulheres, nas quais o ciclo reprodutivo encerra-se de forma definitiva na totalidade das mulheres, nos homens este processo não é universal, ocorre em uma parcela da população masculina e quando ocorre as manifestações clínicas são bem mais gradativas e lentas do que nas mulheres.

O termo mais apropriado seria Declínio Androgênico no Homem de Meia–idade.

O Declínio Androgênico afeta cerca de 1 em cada 200 homens e a definição do quadro clinicamente relevante algumas vezes é incerta, portanto, é importante buscar auxílio médico para reconhecer e identificar os sinais e sintomas e determinar a necessidade ou não do tratamento.

Consideramos este alerta fundamental para todos os homens na faixa etária dos 40 aos 65 anos, pois, as mulheres de maneira geral já têm incorporado o hábito da visita no mínimo anual ao seu médico, cabendo a ele a oportunidade de determinar a necessidade ou não de tratamento.

O homem, ao contrário, na maioria das vezes não tem o mesmo hábito incorporado e os sintomas poderão ser desprezados ou confundidos com o processo natural de envelhecimento e poderá perder-se uma grande oportunidade para melhorar consideravelmente a qualidade de vida nesta fase.

Para o homem também temos atualmente a opção da TERAPIA DE MODULAÇÃO HORMONAL BIOIDÊNTICA (TMHB).

 

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CONHECENDO E DESMISTIFICANDO OS HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS

Algumas definições e conceitos para esclarecer aspectos fundamentais:

Alguns exemplos:

Considerando que:

A atividade de um hormônio é determinada em parte pela sua estrutura química, que possibilita a ligação deste no que chamamos de sítio de ação específico dentro do organismo, como se fosse num sistema de chave-fechadura pode-se concluir que, ao serem utilizadas substâncias quimicamente diferentes, esta ligação fica prejudicada podendo nem ocorrer e estas substâncias podem não exercer o efeito esperado.

Por outro lado, ao utilizarmos hormônios quimicamente iguais aqueles que por variados motivos o organismo humano deixou de produzir ou reduziu a produção, a chance desta ligação ocorrer aumenta consideravelmente e consequentemente aumenta também o efeito hormonal. Assim é possível devolver ao organismo a função do hormônio efetivamente carente.

Ainda seguindo nessa linha de raciocínio, podemos deduzir também, que da mesma forma que uma substância dentro do organismo tem um efeito, também deverá ser transformada e/ou eliminada, e nosso organismo é “programado” para fazer isto com as substâncias que reconhece. A transformação de uma substância não reconhecida como um medicamento ou um hormônio não-bioidentico pode gerar substâncias nocivas e prejudiciais que conferem o que conhecemos por efeitos adversos indesejáveis.

 

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Concluindo:

Podemos assegurar que, a utilização de hormônios totalmente bioidênticos, quando devidamente determinada pelo médico, a necessidade da reposição ou modulação hormonal (termo preferido atualmente), proporciona ao paciente maior eficácia e segurança, com menor incidência de efeitos indesejáveis.

Ressaltamos aqui a absoluta necessidade de acompanhamento médico tanto no caso do climatério quanto no declínio androgênico, o médico é capaz de diagnosticar o quadro através da avaliação do histórico do paciente e de dados familiares, da avaliação de resultados de exames de laboratório e da sua própria experiência e avaliação clínica e decidir pela melhor forma de tratamento avaliando os benefícios e riscos relativos envolvidos em todo e qualquer tipo de intervenção de tratamento.

Obs.: Apresentaremos artigos específicos para demonstrar e aprofundar este assunto.

A EVOLUÇÃO DA TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL (TRH)

 

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Deste momento em diante a TRH convencional passou a ser discutida nos meios médicos e na maioria dos casos não mais recomendada.

Chegará então a vez dos hormônios bioidênticos que, embora já utilizados nos EUA e na Europa há uma década, após 2002 passaram a ter muito mais visibilidade, sua utilização aumentou e passaram a ser conhecidos em quase todo o mundo, inclusive no Brasil. Surgiram também, como esperado, as controvérsias e discussões, que também serão abordados em artigos específicos.

Com isso, atingimos nosso objetivo de fazer um apanhado geral e esclarecer os pontos chaves, temos certeza que os leitores tanto os profissionais de saúde quanto a população em geral interessados no tema: HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS, encontrarão informações valiosas e fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas em geral.

Reposição Hormonal no Homem

A Reposição Hormonal no Homem é o método que, através de exames laboratoriais, traçamos o perfil hormonal do paciente detectando suas necessidades hormonais, e a partir deste ponto, podemos iniciar um programa de equilíbrio metabólico para que o paciente atinja um padrão hormonal compatível com o que se deseja. A melhor curva hormonal é aquela comparável a nossa juventude plena, ou seja, próximo dos 18 a 25 anos, portanto para uma ótima resposta metabólica buscamos resgatar níveis hormonais compatíveis com a juventude.

A Reposição Hormonal no Homem visa o equilíbrio glandular de mulheres, homens e crianças, não importa a idade, visa o rejuvenescimento, o equilíbrio orgânico principalmente do ponto de vista glandular e prevenção ao envelhecimento.

Vários hormônios e neurotransmissores vão ficando escasso devido ao envelhecimento, problemas de saúde, estresse, falta de atividade física e lentidão do sistema glandular, uma das melhores respostas para cuidar naturalmente dessa deficiência é a MODULAÇÃO HORMONAL através de suplementos de alto valor biológico, naturais que não ofereçam riscos aos usuários e que tenha uma função corretora e ampla para todos os seres humanos, independente de idade, sexo…

A MODULAÇÃO HORMONAL visa ajustar o organismo (a definição de organismo vem de organização), principalmente em relação à menopausa e andropausa e em toda deficiência glandular: seja baixa libido, pele desidratada, ressecamento vaginal, secura nos olhos, dificuldades de raciocinar, etc.

A MODULAÇÃO HORMONAL pode servir também de base para as diversas terapias aplicadas para melhorar a saúde do indivíduo,ou seja, todos os pacientes que buscam uma melhora física, intelectual e mental mais aprimorada. Aqueles que sentem cansaço físico,e mental, distúrbios de esquecimento,desanimo com a vida, desmotivação sexual, ou os que simplesmente querem melhorar sua qualidade de vida e retardar seu envelhecimento.isto inclui, trabalhar os níveis hormonais, associado a uma dieta balanceada e exercícios físicos.

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PÊNIS VISTA ANTERIOR
A reposição hormonal visa apenas repor os hormônios que estão com níveis baixos e colocá-los em um nível compatível com a idade. Na modulação hormonal, a suplementação se dá através de hormônios e outros nutrientes, como aminoácidos, vitaminas e antioxidantes buscando atingir níveis hormonais compatíveis com os de nossa adolescência ou inicio da vida adulta, com o uso dos hormônios ditos bio-idênticos, ou seja, aqueles exatamente iguais aos que nossas glândulas produzem. Há algum tempo usavam-se hormônios similares, tais como extratos de plantas, derivados de animais, que sabemos hoje, não são adequados, pois causam distúrbios de receptores e danificam nossa saúde. Os hormônios bio-idênticos foram possíveis de serem produzidos, a partir do projeto genoma, que vem decifrando o nosso código genético, ou seja, o nosso DNA. Hoje por engenharia genética, modificamos o núcleo de uma bactéria e fazemo-la produzir os hormônios tais quais os nossos. Isto é um tremendo avanço científico. Um marco na modulação hormonal.

Também usamos substancias que nos protegem quanto a oxidação celular, que é o processo responsável pelo nosso envelhecimento. São os antioxidantes que podem ser naturais como os encontrados em determinados alimentos. Utilizamos também os precursores da produção dos hormônios e estimulantes do sistema nervoso inclusive que melhoram a circulação cerebral e como conseqüência a memória e a disposição em geral.

O ser humano persegue desde os primórdios da civilização a perpetuação da juventude. Buscou na alquimia, nas fórmulas milagrosas, nas plantas, ervas, enfim até na pedra filosofal. Mas com o advento da evolução da medicina, surgiu um novo campo de estudos nos Estados Unidos, aonde cientistas trabalharam num programa chamado anti-aging, que hoje é reconhecido em todo mundo como a medicina do futuro, a medicina anti-envelhecimento. Os ganhos são claros, como ter um corpo jovem, manter um desempenho atlético, profissional, mental e sexual, condizente com a juventude, mas com a experiência que os anos de vida nos trazem, ou seja, o ganho é enorme em qualidade de vida, quem experimenta esta técnica e colhe os frutos dela, geralmente não quer voltar a se sentir envelhecendo ou mesmo sentir sua performance decaindo a olhos vistos. Quem não gosta de se manter jovem, com um corpo bonito e saudável. Com uma silhueta atraente e poder namorar?

Todos desejam ser felizes e temos esse direito.

Disfunção Erétil

A Disfunção Erétil (DE) ou Impotência Sexual é definida como a impossibilidade de atingir ou manter uma ereção suficiente para ter uma relação sexual. Embora seja mais comum em homens a partir de 40 anos, pode aparecer em qualquer idade.

Tipos de Disfunção Erétil

Disfunção Erétil Primária

Quando o homem nunca for capaz de conseguir uma ereção. Representa aproximadamente 10% dos casos.

Disfunção Erétil Secundária

Quando o homem obteve ereções no passado, porém não pode tê-las atualmente. Este é tipo mais comum.

Disfunção Erétil Situacional

Quando só consegue ereções em determinadas situações ou com determinadas pessoas. Por exemplo, consegue ereções adequadas extra-matrimonialmente, porém não consegue com sua parceira habitual, ou vice-versa. Um dos casos mais habituais ocorre quando da primeira relação com uma nova pessoa.

Disfunção Erétil Total

Quando a falta de ereção é completa.

Disfunção Erétil Parcial

Quando se produz uma certa ereção, porém não é suficiente para a realização do ato sexual.

Em meados de 1992, “The Massachusetts Male Aging Study (MMAS)”, o maior estudo sobre Disfunção Erétil realizado até o momento, mostrou os seguintes resultados:

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PÊNIS VISTA OBLÍQUA
Cerca de 52% dos homens com idades entre 40 e 70 anos apresentam algum grau de Disfunção Erétil.

• Pelo menos 1 em cada 5 homens não consegue atingir uma ereção plena.

• A maioria dos casos de Disfunção Erétil é por causas orgânicas do homem.

• Há uma forte relação entre idade e Disfunção Erétil, sendo que o aparecimento de Disfunção Erétil aumenta em 39% aos 40 anos e em 67% aos 70.

Sintomas da Disfunção Erétil

• Dificuldade para atingir ou manter uma ereção em um a cada quatro encontros sexuais satisfatórios ou o problema continua por mais de um mês.

• Para conseguir a ereção você demora mais tempo do que de costume ou é mais difícil em determinadas posições.

• A ereção é menor ou há menos rigidez.

• Manter a ereção implica em fazer um esforço consciente.

• As ereções espontâneas de manhã são menos frequentes e com menor rigidez.

• Chega-se ao clímax em menos tempo ou com uma ereção incompleta.

Modulação Hormonal com Hormônios Bioidênticos

A Modulação Hormonal com Hormônios Bioidênticos consiste em um avanço terapêutico que permite obter resultados clínicos eficaz e seguro. A terapia de reposição hormonal clássica e tradicional utiliza os hormônios Sintéticos. Essas substâncias possuem uma estrutura molecular tridimensional diferente dos hormônios humanos, assim não ocupam os receptores de hormônios das células com a mesma perfeição que o Hormônio Bioidêntico, provocando uma resposta terapêutica farmacológica.

O QUE SÃO HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS?

São substâncias que tem a estrutura molecular tridimensional, exatamente, igual à dos Hormônios Humanos, obtidos através da engenharia genética recombinante. Por esta razão, ocupam os receptores de hormônios das células com a mesma exatidão do hormônio humano e ao serem repostos e absorvidos pelo organismo, são prontamente reconhecidos pelas células e resultando em uma resposta terapêutica fisiológica.

Esses Hormônios são feitos em laboratório, porém com a estrutura molecular completamente igual ao hormônio gerado pelo corpo humano, produzindo as mesmas respostas fisiológicas que os hormônios endógenos do nosso organismo.

ESSES HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS SÃO:

Estradiol, Estriol, Progesterona e Testosterona.

VANTAGENS

A utilização de Hormônios Bioidênticos é seguro e eficaz por se ligarem aos receptores químicos presentes na membrana das células de forma semelhante a ligação pelos hormônios endógenos humanos, principalmente quando são observadas as concentrações e vias de administração compatíveis com a fisiologia e necessidades metabólicas individuais.

Existem evidências fartas e mais do que suficientes, como revisão de literatura científica, que confirmam não só a superioridade clínica como a maior segurança do uso de hormônios bioidênticos, quando se compara aos hormônios não-bioidênticos, particularmente quando as vias de administração transdérmica ou nasal são utilizadas, em detrimento da via oral.

A vantagem indiscutível de hormônios bioidênticos em preparações manipuladas, pode lançar mão de larga margem de variação nas dosagens, uso de veículos, excipientes como o gel transdérmico, concentração e composição individualizadas, permitem que se atinja o objetivo terapêutico de uma forma mais rápida, fisiológica e específica, assegurando assim maior tolerabilidade, menor incidência de efeitos adversos e maior eficácia terapêutica.

Maior segurança e superioridade clínica dos hormônios bioidênticos quando administrados pela via transdérmica, nasal ou subcutânea, em detrimento da via oral.

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VIAGRA
INDICAÇÕES

Reposição hormonal na menopausa ou andropausa, síndrome de tensão pré-menstrual, manutenção da gravidez (progesterona) ou situações cirúrgicas que indiquem o uso dos hormônios gonadais.

PROGESTERONA

O nível de progesterona diminui inicialmente como resultado do declínio da função ovariana, que pode começar durante a terceira década da vida da mulher. A diminuição de progesterona é seguida por um declínio no nível estrógeno e, por fim, da testosterona. Próximo dos 50 anos, as mulheres experimentam uma diminuição dos níveis de estrogênios da ordem de 300 vezes e, durante a menopausa, podem ocorrer flutuações e um declínio ainda maior. Em contrapartida, os níveis de progesterona decaem cerca de 75% nas mulheres entre 35 e 50 anos, depois do qual o nível de progesterona continua a cair. Um dos principais problemas no cuidado com a saúde feminina seja a falta de conhecimento sobre a importância da progesterona, que acreditam erroneamente que a progesterona e o acetato de medroxiprogesterona (MPA, PROVERA), sejam a mesma substância e que podem ser intercambiados.

PROGESTERONA NÃO É MPA

A progesterona designa de uma classe de fármacos denominada progestágenos. Que é a progesterona Bioidêntica.

Os progestágenos sintéticos são denominados progestinas.

DIFERENÇAS NA ESTRUTURA DA TESTOSTERONA, ESTRADIOL E MPA

As diferenças estruturais entre estes hormônios estão na adição da estrutura básica dos hormônios em que a adição de um átomo e hidrogênio ao oxigênio ligado ao carbono C-3 ou adição de um grupo metila ao carbono C-10 são as pequenas diferenças entre os hormônios masculino e feminino. Esta alteração, aparentemente pequena, causa uma grande diferença nos efeitos.

O grupamento metila ligado ao carbono C-6 da medroxiprogesterona está ausente na progesterona.

PROGESTERONA – EFEITOS COLATERAIS E FUNÇÕES.

Ela facilita a gravidez, mantendo-a até o final. O uso do MPA é teratogênico.

A progesterona é um importante precursor da biossíntese do cortisol, da aldosterona e de outros hormônios sexuais.

O efeito colateral mais comum da progesterona é a sedação. Por outro lado, o MPA produz retenção de líquido, flacidez nas mamas, ganho de peso, depressão e cefaléia.

PROGESTERONA E CORAÇÃO.

De acordo com evidências epidemiológicas, as doenças cardiacas são a maior causa de morte em mulheres pós-menopausa e presume-se que a deficiência de estrógeno seja a causa deste problema e de acordo com estudos constatou-se que a terapia de reposição com estrógenos reduz entre 25 e 50% este risco.

Porém, dois estudos recentemente publicados alertaram a American Heart Association, que os benefícios cardiovasculares da TRH dependem em muito se o estrogênio é adminisrado com progesterona. Estes estudos comprovaram que a progesterona não alterou os benefícios do estrogênio.

Portanto, a progesterona natural micronizada atua sinérgicamente com o estrógeno na prevenção do infarto.

A progesterona exerce efeito natriurético (diurético) devido à sua atividade mineralocorticóide. (200 mg de progesterona equivale, cerca de 25 ou 50 mg de espironolactona).

A progesterona é um anti-hipertensivo, mas também diminui o tônus vascular simpático sem alterar significativamente a pressão arterial.

PROGESTERONA E OSTEOPOROSE.

Estudos mostraram que a progesterona atua diretamente nos receptores dos osteoblastos e indiretamente nos ossos, competindo com os glicorticóides. Com o estímulo decorrente do estrógeno, há um aumento da ligação da progesterona nos receptores dos osteoblastos podendo inibir a formação dos ossos e da reabsorção óssea.

PROGESTERONA E O CÂNCER DE MAMA.

Chane Et Al conclui através de estudos em 40 mulheres pós-menopausadas, que a progesterona pode produzir efeitos benéficos na proliferação celular pelo estradiol.

Estudos epidemiológicos conduzidos no Jonhs Hoplans também demonstraram o papel protetor da progesterona contra o câncer.

Os resultados em 1083 mulheres comprovaram que o risco de câncer de mama foi cerca de 5,4 vezes maior nas mulheres que apresentaram baixos níveis de progesterona.

Os estudos citados sugerem fortemente no que se refere ao risco de câncer de mama, a progesterona proporciona uma abordagem mais conservadora para a TRH. Os resultados também indicaram que as razões pelos quais milhões de mulheres americanas tem adotado a terapia com hormônio bioidênticos, em substituição aos estrogênios eqüinos ou as progestinas sintéticas.

PROGESTERONA E ESTROGÊNIO: A QUESTÃO DO EQUILÍBRIO.

Um importante conceito na terapia de reposição hormonal é a¨dominância estrogênica¨, refere-se ao equilíbrio hormonal em mulheres nas quais os níveis de progesterona não estão equilibrados com os níveis de estrogênio. A dominância de estrogênio pode ser causada por ciclos anovulatórios, deficiências na fase lútea, esgotamento adrenal, TRH, na qual se utilizou progestina sintética, contraceptivos orais e ausência de terapia durante a menopausa. Hargrove e Osteen demonstraram que a administração intramuscular de 100mg de progesterona diminui os sintomas decorrentes dos elevados níveis de estrogênios nos pacientes em tratamento com reposição de estrogênio.

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DORES
SINTOMAS DA DOMINÂNCIA ESTROGÊNICA

- Aumento de peso

- Retenção de fluído

- Cefaléia

- Ondas de calor

- Desejo de se alimentar

- Flacidez nas mamas

- Alterações de comportamento

- Fadiga

Estudos se iniciaram com as pacientes que passaram a receber progesterona bioidêntica por um período de um a seis meses, essas pacientes relataram uma melhora significativa dos sintomas vasomotores, e diminuição das reclamações somáticas de depressão.

USO RACIONAL DE PROGESTERONA EM MULHERES SUBMETIDAS A TERAPIA DE REPOSIÇÃO COM ESTROGÊNIOS

- Prevenir os sintomas da dominância estrogênica.

- Diminuir risco de câncer de mama.

- Reduzir o risco de osteoporose.

- Melhorar os benefícios cardiovasculares.

PROGESTERONA: NÃO SÓ PARA A PROTEÇÃO DO ENDOMÉTRIO

Deve ser questionada a prática de não reposição de progesterona em pacientes submetidas a histerectomia completa, onde paciente só passa a receber reposição de estrogênio. Portanto a mulher deve receber progesterona bioidêntica como parte do tratamento de reposição com estrogênio, evitando assim sintomas e usos indesejáveis citados anteriormente.

PROGESTERONA E SINTOMAS VASOMOTORES.

Em um estudo duplo cego e controlado com placebo, Leonette Et Al administraram a 102 mulheres no 5º ano da menopausa, 20 mg diários de progesterona na forma de creme transdérmico e um creme placebo. Todas as pacientes não fizeram o uso de terapia hormonal pelo menos por um ano antes do início do estudo. Os resultados dos relatos diários dos sintomas vasomotores das pacientes mostrou melhora ou remissão dos sintomas vasomotores em 83% da mulheres tratadas com progesterona transdérmica e 19% das que receberam placebo.

Hargrove e Eisemberg sugerem uma aplicação de 0,5 ml de creme de progesterona a 3% 2 vezes ao dia durante 16º e 25° dia do ciclo menstrual.

TESTOSTERONA: NÃO SÓ PARA HOMENS

A reposição com testosterona deve ser incluída em um programa de TRH para mulheres que experimentam menopausa natural ou cirurgicamente induzida, uma vez que nessas mulheres os níveis de testosterona declinam.

Os benefícios da terapia com androgênios incluem não apenas a melhoria na libido, mas também um aumento da sensibilidade nos órgãos genitais, com o correspondente aumento na satisfação sexual. Outros benefícios incluem um aumento da sensação de bem-estar, melhora dos sintomas vasomotores que não correspondem ao tratamento unicamente com estrogênios, elevado nível de vitalidade, melhorias no humor, efeitos positivos nos ossos e redução nos níveis de triglicerídeos.

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO

Os hormônios são geralmente administrados por via oral, transdérmica ou sublingual. As vias transdérmicas ou sublinguais são mais vantajosas porque não sofrem metabolismo de primeira passagem. A biodisponibilidade de progesterona por via oral é muito baixa. Mais de 90% da progesterona via oral será metabolizada pelo metabolismo hepático, o que aumenta abruptamente metabólitos da progesterona, esses são reduzidos na posição 5- alfa, podendo causar sedação

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EXERCÍCIO ASSISTIDO
CONCLUSÃO

Atualmente, a adesão ao tratamento é o problema principal no que se refere a TRH, as mulheres temem o câncer e os efeitos colaterais. Os profissionais de saúde devem superar o paradigma atual da reposição, passando à reposição e equilíbrio.

De fato, os hormônios bioidênticos provavelmente possibilitam melhores resultados com menos riscos e efeitos colaterais.

O maior benefício do equilíbrio hormonal com progesterona bioidêntica é a maior adesão ao tratamento que resulta em uma diminuição do risco de câncer de mama e menores sintomas de hiperestrogenismo.

A dosagem individual que otimiza a resposta e limita os efeitos indesejáveis, é possível quando se utilizam hormônios bioidênticos e quando o farmacêutico formula a dose exata e a forma farmacêutica mais adequada.

De acordo com os artigos, estudos, não é lógico determinar um programa de TRH apenas com bases nos sintomas. A individualização deve ser fundamentada em determinações objetivas, como por exemplo, os níveis hormonais salivares ou plasmáticos, níveis de colesterol e densitometria óssea.

A modulação Hormonal com Hormônios Bioidênticos consiste em um extraordinário avanço terapêutico, e permite obter resultados clínicos seguros e incomparáveis. A terapia de reposição hormonal clássica e tradicional utiliza os chamados Hormônios Sintéticos. Estas substâncias possuem uma estrutura molecular tridimensional DIFERENTE dos hormônios humanos. Da mesma forma que a cópia mal acabada de uma chave, os Hormônios Sintéticos não ocupam os receptores de hormônios das células (fechadura) com a mesma perfeição que o Hormônio Original, provocando o que chamamos de “resposta terapêutica farmacológica”. Ou seja, as células recebem uma mensagem diferente daquela produzida pelo hormônio humano, e, ao longo do tempo, por acúmulo de mensagens erradas, e em pessoas que já sejam geneticamente susceptíveis, pode haver um aumento de incidência de certos tipos de câncer. Este fato agravado pela confusão de conceitos, informações truncadas e meias verdades induzidas pela mídia, fez com que milhares de pessoas com deficiência hormonal instalada, abandonassem e continuem abandonando em massa a terapia de reposição hormonal, que, para muitos, virou sinônimo de câncer e de doenças.

Os hormônios Bioidênticos são substâncias que tem a estrutura molecular tridimensional exatamente igual à dos Hormônios Humanos, obtidos através da engenharia genética recombinante.

Por esta razão, ocupam os receptores de Hormônios das células com a mesma exatidão do Hormônio Humano e, ao serem repostos e absorvidos pelo organismo, são prontamente reconhecidos pelas células como provocando o que chamamos de “resposta terapêutica fisiológica”, não só isenta de riscos de câncer, como, na verdade, capaz de reduzir de forma substancial os riscos de alguns tipos de câncer como o colorretal, do útero e o da mama, dentre outros.

Os Hormônios Bioidênticos são: Estradiol, Estriol, Progesterona, Testosterona.

Bio – idêntico refere-se a um hormônio produzido em laboratório, porém com a estrutura molecular completamente igual ao mesmo hormônio que é produzido pelo corpo humano, ou seja, trata-se da mesma estrutura molecular que aquelas produzidas pelo organismo humano produzindo as mesmas respostas fisiológicas que os hormônios endógenos devendo ser administrado de forma a imitar os mecanismos e índices naturais do corpo.
Os hormônios não Bio-idênticos são os sintéticos e os hormônios naturais. O hormônio Natural é aquele hormônio cuja fonte é a natureza (animal, vegetal ou mineral), que não sofre nenhuma modificação artificial.

O hormônio Sintético é aquele produzido por meio de um processo artificial em laboratório, porém com estrutura molecular totalmente diferente da s encontradas nos seres humanos, sendo alterados quimicamente a partir da estrutura do hormônio humano, pois a indústria farmacêutica necessita na maioria das vezes, patentear a molécula. São sintéticos ou artificiais, patenteados ou convencionais.

ESTUDOS

Terapia de reposição hormonal com Hormônios Bioidênticos: revisão de literatura.

Scolt T. Wepfer, RPH, FIACP, The Compunding Shoppe, Birminghan, Alabama.

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AMAR É IMPORTANTE

Hormônio do Crescimento Humano e Somatopausa

O Hormônio do Crescimento Humano é um dos muitos hormônios que tem sua produção diminuída com a idade, tal como acontece com o estrogênio, progesterona, testosterona, melatonina e DHEA. De acordo com inúmeros estudos científicos, e cujos resultados podem ser plenamente observados na prática clínica diária, enquanto muitos desses hormônios podem ser repostos para deter alguns dos efeitos do envelhecimento, o hGH pode ir além disso, adiando o envelhecimento biológico e mesmo revertendo uma série de sintomas associados com o envelhecimento.

O declínio fisiológico do Hormônio do Crescimento, com a idade, esta diretamente associado aos muitos dos sintomas do envelhecimento, tais como rugas, cabelos grisalhos, diminuição nos níveis de energia e função sexual, aumento no percentual de gordura corporal e doenças cardiovasculares, osteoporose, depressão, insônia, etc.

O Hormônio do Crescimento, hGH ou somatotrofina , é o mais abundante hormônio liberado pela hipófise. Sua produção ocorre em picos com maior intensidade à noite, durante a fase de movimentos rápidos dos olhos (REM) e em picos menores, durante o jejum e após exercícios físicos. É um dos chamados hormônios de antienvelhecimento ou de pró-longevidade, ao lado do estrógeno, da testosterona, da pregnenolona, da melatonina e do DHEA.

O que o diferencia dos outros hormônios é que, enquanto os outros agem principalmente de forma preventiva, detendo o avanço do envelhecimento, o Hormônio do Crescimento age principalmente revertendo alguns efeitos do envelhecimento, além de retardar o ritmo da evolução do processo de envelhecimento. Por isso se costuma dizer que o hormônio do crescimento atua atrasando o relógio biológico.

Algumas pesquisas têm mostrado que o Hormônio do Crescimento tem a capacidade de revertes algumas alterações do envelhecimento, tais como, fazer os cabelos voltarem a crescer (quando não há uma causa genética preponderante), revitalizar a pele, diminuir as rugas e a flacidez da pele, tornar as unhas brilhantes e resistentes, recupera a musculatura, faz desaparecer massa gordurosa excedente, diminuição do LDL colesterol (colesterol “ruim”) e aumento do HDL colesterol (colesterol “bom”), correção da osteoporose, melhora dos ligamentos e articulações, melhora da libido e desempenho sexual, melhora do sono, melhora do humor e da memória.

Andropausa

Após os 35 anos de idade, os homens experimentam uma queda progressiva e cumulativa na capacidade de produzir testosterona, hormônio imprescindível e que ocupa um papel central no equilíbrio metabólico masculino.

O DAEM* – Distúrbio Andrgênico do Envelhecimento Masculino, também conhecido por ANDROPAUSA, começa quando os níveis de testosterona estão baixos, que, em geral, diminuem 1 a 2% ao ano, após os 35 anos de idade. Muitos homens, produzem menos de 1/3 da testosterona necessária à sua homeostase.

De cada um milhão de homens nos USA com baixos níveis de testosterona, somente 100.000 estão em tratamento. Somente 7% tem conhecimento da reposição hormonal masculina.

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VIDA SAUDÁVEL
Incontáveis estudos científicos, publicados ao longo dos últimos vinte anos, são unânimes em demonstrar que homens com níveis normais de testosterona são muito menos vulneráveis a hipertensão arterial, ataque cardíaco, obesidade, depressão, diabetes, câncer de próstata e uma vasta gama de problemas que, por desconhecimento, ainda são equivocadamente rotulados como situações próprias e “inevitáveis” da velhice.

Ao longo do processo de envelhecimento, o homem torna-se cada vez menos capaz de manter-se produzindo testosterona. Por outro lado, agravando ainda mais a situação, este mesmo homem vai sofrendo ativação de uma enzima denominada aromatase, que, desafortunadamente, eleva a sua capacidade de produzir estradiol, hormônio de linhagem francamente feminina.

Ocorre, então, um profundo desequilíbrio na relação estradiol / testosterona, com diminuição da testosterona e severa elevação dos níveis de estradiol. Este fenômeno é o verdadeiro responsável pela maioria das chamadas “doenças proprias e inevitáveis da velhice” nos homens.

O cortejo de problemas, sinais e sintomas é bastante vasto, podendo ser classificados em dois grandes grupos:

GRUPO 1: Sintomas Mentais

Fadiga, má qualidade do sono, insônia, nervosismo, ansiedade, irritabilidade, déficit de memória, depressão, redução dos níveis de energia, apatia.

Causa: excesso de hormônios femininos

GRUPO 2: Sintomas Físicos

Obesidade, alterações da composição corporal, redução da massa muscular, angina, diminuição da capacidade imunológica, distúrbios de ereção,distúrbios de ejaculação, dores articulares, queda de cabelos, perda de massa óssea.
Causa: diminuição da produção de testosterona

Neuropausa ou Eletropausa

A perda gradual da capacidade cognitiva e velocidade de processamento cerebral, responde por mais de 80% das queixas clínicas de pessoas que ultrapassam os 30 anos de idade.

Pela ótica da medicina convencional, este declínio é um fato “normal” e “natural” da idade, nada pode ser feito e as pessoas devem, necessariamente, se conformar com esta situação.

Nos últimos 10 anos, um grande número de evidências científicas demonstra de forma clara, que a queda de performance cerebral não é um fato irrevogável, podendo ter seu curso modificado.

Dentro deste contexto,insere-se a Pregnolona, um dos mais importantes hormônios do corpo humano. Substância essencial em qualquer faixa etária é produzida nas supra renais, mitocôndrias e cérebro num total de 14 a 17 mg/dia,sendo um rápido e cumulativo declínio a partir dos 30 anos de idade sendo que, após 60 anos, a maioria das pessoas não consegue produzir mais do que 25% da quantidade necessária às suas necessidades metabólicas.

Principal responsável pelo equilíbrio entre excitação e inibição do sistema nervoso central, a pregnolona é capaz de elevar a resistência ao estresse, elevar a capacidade física, elevar a capacidade mental, acelerar a velocidade de transmissão do impulso nervoso, aumentar a interconectividade neuronal, elevar a capacidade de memória, reduzir a sensibilidade à dor e reduzir a resposta inflamatória. É capaz, ainda, de promover aumento da neurogênese no hipocampo e de aumentar em 55% a proliferação celular no giro dentado, região do cérebro aonde as células precursoras se diferenciam em neurônios.

O uso da pregnolona é baseado em critérios essencialmente clínicos: baixos níveis de energia, fadiga crônica, alterações do humor e diminuição da capacidade de memória.

Vale ressaltar que existem, além dopróprio fato de estarmos envelhecendo,outros fatores que podem reduzir as concentrações de pregnolona no nosso cérebro, dentre elas: a redução dos níveis de colesterol, o uso de drogas redutoras do colesterol, principalmente as chamadas estatinas, depressão, uso de benzoadiazepínicos, stress crônico,estilos de vida estressada e lesões medulares.

Hormônio Bioidêntico
A FELICIDADE EXISTE

Pausa da Melatonina ou Melatopausa

A melatonina é uma molécula produzida em algumas regiões de nosso organismo sendo que o principal sítio de produção é a glândula pineal, sendo também fabricada em menor escala retina, no trato gastrintestinal e provavelmente em alguns outros órgãos de nosso corpo. A glândula pineal, o principal local de produção da melatonina, foi durante muito tempo comparada com o apêndice, a qual só serviria para nos trazer transtornos quando da presença de algum tumor (o apêndice só nos proporcionaria apendicite, defeito até agora não contestado). Porém estudos científicos demonstram à cada dia que a melatonina produzida pela pineal tem importante envolvimento com o bem estar de nosso organismo e a sua diminuição deve contribuir de maneira importante para o envelhecimento nos seres humanos. A produção da melatonina pela pineal ocorre quase exclusivamente à noite e no escuro, o que justifica os altos níveis deste hormônio á noite e muito baixos durante o dia.

À medida que envelhecemos a produção da melatonina diminui e como conseqüência os níveis circulantes de melatonina nos velhos são muito mais baixos do que nos jovens, o processo é denominado Melatopausa, sendo pouco conhecido a fisiologia deste processo, dada a dificuldade em dosar os níveis noturnos da melatonina.

O envolvimento da queda dos níveis de melatonina com o envelhecimento se dá de várias formas, sendo que a ligação deste hormônio com o relógio biológico faz com que a diminuição dos seus níveis deteriore o sono noturno, sendo isso por si só um fator de envelhecimento. Os conhecidos efeitos estimulantes no sistema imunológico justificariam o enfraquecimento imunológico do idoso. Adicionalmente, a melatonina tem efeitos anti-câncerígenos muito interessantes, especialmente nos cânceres mamário e hepático. Não bastasse o já citado, é sabido ainda que a melatonina é poderoso antioxidante.

É por conta de tudo isso já exposto, que à cada dia aumentam as expectativas da reposição deste hormônio, com ótimas perspectivas no tratamento de moléstias como Alzheimer, Parkinson, e outras condições neuro degenerativas, dada a vantagem de atravessar a chamada barreira entre o sangue e o cérebro (barreira hemato-liquórica). É claro que necessitamos de mais estudos para adequarmos protocolos.

Ainda que também neste caso a reposição seja contra fisiológica, que fique o exemplo que a catarata incide no fisiologismo do envelhecimento e nem por isso aceitamos a cegueira.

Pausa do DHEA ou Adrenopausa

DHEA é um hormônio (dehidroepiandosterona) feito pelas glândulas adrenais. É convertido em androgênio e estrogênio nas células. Se está se convertendo em androgênio (hormônio masculino) ou em estrogênio (hormônio feminino) depende do sexo da própria pessoa, idade, condição individual, e de outros fatores individuais.

Alguns pesquisadores descobriram que tomar antioxidantes com DHEA contribui para melhores resultados. DHEA circula no corpo principalmente em sua forma que pode ser diluível pela água: Sulfato de DHEA (DHEA-S) que pode fàcilmente ser medido tanto por exames sanguíneos quanto pela saliva.

Aparte de seu papel como o precursor dos hormônios do sexo, DHEA está em relação oposta com a produção dos hormônios corticosteróides, que são produzidos pelas glândulas supra renais em reação com a tensão.

Entretanto, a tensão é um fator essencial do declínio da DHEA que começa nos 30 anos de idade, que é acompanhada por um aumento da susceptibilidade às doenças, que caminha junto com a aceleração do envelhecimento.

7-Keto (3-acetil-7-oxo-dehidroepiandrosterona) é um metabólico que ocorre naturalmente (produto de separação) do hormônio DHEA (dehidroepiandrosterona). DHEA é o mais abundante dos hormônios esteróide produzido nas glândulas supra-renais e serve como um percussor para os hormônios sexuais, como o estrogênio e testosterona. O 7-Keto foi desenvolvido por pesquisadores que estavam à procura de metabólicos biologicamente ativos do DHEA que não podiam ser convertidos aos esteróides sexuais (e.g., estrogênio e testosterona), potenciais causadores do câncer.

Testes em animais e testes em tubos foram feitos em áreas de modulações imunológicas, melhora na memória, e termogénesis (o processo que o corpo usa para converter calorias alojadas e paradas em energia). Em todos os casos, o efeito do 7-Keto foram mais fortes do que os efeitos produzidos pelo DHEA.

Hormônio Bioidêntico
A COLUNA COM A IDADE
A capacidade do 7-Keto para promover o emagrecimento em pessoas acima do peso foi investigado em um estudo duplo-cego. Os participantes deste estudo foram avisados para fará fazerem exercícios três vezes por semana por 45 minutos e para comerem uma dieta de 1,800-calorias por dia. Cada pessoa recebia um placebo ou 100mg de 7-Keto duas vezes por dia. Após oito semanas, aqueles que receberam 7-Keto tinham perdido uma media de 3 kg, comparado com o 1kg do grupo com o placebo (uma diferença estatisticamente significante). Além disso, a porcentagem de gordura do corpo diminuiu por 1.8% no grupo com o 7-Keto, comparado com somente 0.57% no grupo com o placebo. O maior emagrecimento no grupo do 7-Keto foi associado com os aumentos significativos nos níveis de T3 (um hormônio tiróide que tem um papel principal na determinação de taxa metabólica de uma pessoa), embora os níveis do T3 não tenham excedido a media normal.

O cortisol aumentado acompanha o envelhecimento cerebral, o declínio imunológico, etc. Esta diminuição pode ser, juntamente com outros fatores, responsável por algumas características da terceira idade, tais como diminuição da capacidade cognitiva e da imunidade.

É tão estreita a relação baixa de DHEA/envelhecimento, que este esteróide tem sido utilizado como marcador biológico do envelhecimento, pois níveis baixos são equivalentes a um grau mais avançado de aterosclerose, maior incidência de doença cardiovascular, de tumores malignos, resistência à insulina com propensão a diabetes, declínios cognitivos, doença degenerativa cerebral.

Também foram encontrados níveis baixos de DHEA em pacientes com osteoporose, com tumores de mama e em 11 de 13 pacientes com leucemia Demeter, 1991).

Há uma tendência moderna em crer-se que sua aplicação terapêutica tornaria possível uma menor e mais lenta evolução desses processos degenerativos. Com a reposição hormonal, muitos desses sintomas tenderiam a se retardar.

O DHEA tem sido indicado nos distúrbios da cognição em geral, na perda de concentração, desinteresse sexual e baixa imunidade.

Algumas clínicas geriátricas recomendam esse esteróide na osteoporose, exatamente por ser ele um precursor androgênico e estrogênico.

Atualmente os casos de Fadiga Crônica, a par dos outros fatores envolvidos nessa síndrome, tal como as alergias alimentares, candidíase sistêmica, etc, o DHEA propicia melhorias no quadro patológico.

Para a Doença de Alzheimer, a DHEA demonstrou ser capaz de proteger os neurônios e de aumentar a sua capacidade de estabelecer contato. Embora esses efeitos tenham sido observados em laboratório, começa-se a utilizar este esteróide para evitar a progressão da doença.

Sintomas Relacionados:

Diminuição da imunidade, fadiga crônica, alergias, depressão, diminuição da concentração, cognição e memória, ansiedade, obesidade com dificuldade em perder peso, distúrbios do sono e insônia, diminuição da libido, disfunção erétil, queda da performance sexual, baixa da energia, letargia, apatia, inflamações, distúrbios digestivos, dificuldade para acordar antes das 9h, tensão pré-menstrual e menopausa com sintomas acentuados, desejos por alimentos salgados, gordurosos e com cafeína, intolerância a alimentos ricos em potássio como banana, feijões, melado e frutas secas, diminuição da capacidade de lidar com situações estressantes, diarréia ou constipação em situações de estresse, respiração curta etc.

Tireopausa ou parada dos hormônios Tireoidianos

Estima-se de que 5% da população americana é acometida com disfunções na glândula tireóide, sendo que a maior parte dessas pessoas sofre de sinais, sintomas e múltiplos problemas que são, equivocadamente,confundidos com problemas “normais” do envelhecimento.

Fadiga crônica, incapacidade de concentração, letargia, insônia, ganho de peso, resistência à insulina, incapacidade de perder peso, baixa resistência ao esforço físico, depressão, déficits de memória, hipercolesterolemia, dentre outros tantos problemas, estão, na realidade, intimamente relacionados com o declínio da capacidade de produção hormonal da tireóide.

A tireóide é uma pequena glândula em forma de borboleta situada na face anterior do pescoço e logo abaixo do pomo de adão. É formada por pequenos sáculos preenchidos por uma proteína rica em iodo denominada tireoglubulina. Sua principal função é regular o metabolismo e o ritmo com que o nosso organismo produz, utiliza e armazena energia. Seus principais hormônios são a tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3). Cerca de 93% da produção diária da tireóide é de T4, enquanto que T3 é produzido principalmente por conversão nos tecidos periféricos. Embora produzido em quantidade maior, para um perfeito equilíbrio do nosso, nós precisamos, igualmente, de T4 e T3, uma vez que, por ser o primeiro a ser liberado, além de produzido em grandes quantidades, a principal função do T4 não é agir diretamente nos tecidos, e sim, ligar-se no sangue a uma proteína transportadora de hormônios tireoidianos denominada TBG, permitindo que T3 (o verdadeiro hormônio), fique inteiramente livre para viajar pela corrente sanguínea e ligar-se rapidamente aos tecidos-alvo que dele necessitam, exercendo, desta maneira, a sua vital função de regulador metabólico.

Hormônio Bioidêntico
A APARÊNCIA E A IDADE
Ignorando esse imprescindível passo fisiológico, os tratamentos convencionais para o hipotireoidismo utilizam-se de hormônios sintéticos, ou seja, a chamada levo-tiroxina sódica (T4 sintético), fazendo com que um grande número de pessoas, mesmo seguindo fielmente a prescrição recomendada, permaneçam apresentando sinais e sintomas claramente indicativos de que o tratamento não esta funcionando.

Estudos conduzidos ao longo dos últimos 10 anos em diferentes centros de pesquisa no mundo, incluindo-se ai dois grandes trabalhos realizados em Stanford University e na Harvard Medical School, são unânimes em apontar um grave problema. A maior parte das pessoas faz tratamento para hipotireoidismo utilizando T4 sintético, converte este hormônio em T3 REVERSO, ou seja, uma forma de hormônio INATIVA e que não tem capacidade de agir no nosso organismo. Portanto, para que se possa obter resposta e eficácia terapêutica, se faz mandatório a reposição não só de T4,mas também de T3, respeitando as suas proporções e equivalências metabólicas, além de termos de abandonar os hormônios sintéticos e substituí-los por hormônios Bioidênticos, que tem a mesma estrutura molecular tridimensional encontrada nos hormônios humanos, permitindo obter o que chamamos de resposta celular fisiológica e, mais importante, a indispensável e desejada eficácia terapêutica.

Produzido na hipófise anterior e com missão específica de controlar a normalidade das funções tiroidianas, o TSH é um hormônio fundamental para se compreender a plena capacidade de produção tireoidiana.

Funcionando como um verdadeiro sinalizador, todas as vezes que a tireóide não esta conseguindo produzir a quantidade de hormônios necessária para atender as exigências metabólicas, o TSH passa a ser secretado em maior quantidade pela hipófise e tem os seus níveis elevados no sangue. Ou seja, quanto mais elevado o TSH no sangue, mais deficiente estará a função tireoidiana.

Ocorre que os níveis de normalidade ainda empregados pela grande maioria dos laboratórios de análises clínicas para as dosagens de TSH estão totalmente absoletos. Um grande número de estudos científicos aponta para o fato de que se os níveis de TSH estiverem acima de 2,0 pg/ml, isto é uma indubitável indicação do chamado hipotireoidismo sub-clínico. Significa que as pessoas ainda não estão doentes, porém, já apresentam claros sinais de algo não vai bem, e pior ainda, se a função da tireóide não for otimizada através de um correto reequilíbrio hormonal, a maioria destas pessoas irá,ao longo do tempo, evoluir para hipotireoidismo francamente estabelecido (doença ativa). Fica evidente a grande diferença entre agir rápida, preventiva e profilaticamente ou esperar de forma contemplativa pelo aparecimento de doenças. Efeitos da deficiência desse hormônio:

Aumento da proporção de gordura corporal;

Diminuição da massa muscular;

Tendência à anemia;

Tendência à osteoporose;

Diminuição do desejo sexual;

Alterações do desempenho sexual (dificuldade de ereção);

Dificuldade de concentração;

Problemas de memória;

Apatia e depressão;

Queda de cabelo

Fadiga da Adrenal

Pouco conhecida, com sintomas que se confundem com depressão e fadiga, essa doença acomete principalmente pessoas do sexo masculino – Fadiga adrenal é um estado em que as glândulas supra-renais funcionam no limite inferior da normalidade. Não é, portanto, uma deficiência completa. A falência da adrenal chama-se Doença de Addison, que embora rara, é bem conhecida e fácil de diagnosticar. Já a fadiga adrenal é mais insidiosa, a maioria dos médicos não a conhece ou não pensa nesse diagnóstico e é mais difícil de diagnosticar.

Aparece após períodos de estresse prolongado (físico ou mental) ou após termos insistido em trabalhar até a exaustão, sem períodos de relaxamento.

Os sintomas se confundem com os da depressão ou estafa, mas a presença simultânea de vários deles nos faz pensar nesse diagnóstico. A maioria dos pacientes é do sexo masculino. As principais queixas são:

Hormônio Bioidêntico
MEXA-SE
- fadiga matinal (até 10hs), mas resiste em ir para cama à noite e trabalha melhor a noite.

- se não dormir até 23h. tem um novo período de “gás” até 01:00 ou 02:00h. da manhã.

- melhor sono é das 7 às 9h.

- sente-se melhor após almoçar, piora de novo à tarde e melhora de novo depois das 18 h.

- depressão leve e falta de interesse pelas coisas

- falta de energia, grande esforço para fazer qualquer coisa

- habilidade diminuída para lidar com stress.

- necessidade de deitar após estresse físico ou mental

- fraqueza muscular e fadiga crônica

- maior predisposição a alergias

- inchaço de tornozelos

- queda de pressão quando se levanta de repente

- prisão de ventre ou diarréia sob estresse

- muita vontade de comer salgados e gordurosos

- queda de açúcar em situações de estresse

- TPM pior que antigamente

O diagnóstico é realizado por testes laboratoriais (sangue e urina) e o tratamento feito com aminoácidos, vitaminas, fitoterápicos, as vezes hormônios e mudança de hábitos alimentares e de descanso.

AVISO

Preocupamos-nos com a medicina ética apoiada nas diretrizes da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), do Conselho Regional de Medicina e do Conselho Federal de Medicina. Oferecemos o melhor aos pacientes através da pesquisa e do trabalho médico científico nacional e internacional.

Com a finalidade de esclarecer totalmente aos pacientes informamos:

Que as Especialidades Médicas pelas normas do Conselho Federal de Medicina são as estabelecidas pela Resolução CFM Nº 1.763/05 (http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2005/1763_2005.htm)

Que todos os médicos especialistas e suas especialidades constam nos sites: http://www.cadastronacionalmedico.org ou http://www.portalmedico.org.br/novoportal/index5.asp

FONTE: hormoniosbioidenticos